Ações integradas de saúde reduzem óbitos causados por doenças crônicas não transmissíveis em Belém

Em dois anos, a gestão da prefeita Renata conseguiu reduzir em mais de 30% as mortes causadas por doenças crônicas não transmissíveis no município de Belém, graças à ampliação e qualificação da Rede de Serviços de Saúde municipal. Os dados podem ser consultados no Sistema de Informação de Atenção Básica (TabNet), do Ministério da Saúde.

Apenas no ano de 2016, o número de pessoas que vieram a óbito, em consequência de doenças crônicas não transmissíveis, como por exemplo, hipertensão arterial, diabetes, cânceres e doenças respiratórias e circulatórias, subiu para 120 no município. Já neste ano de 2018, o número de óbitos caiu para 82.

“Nesses dois anos, nossa preocupação com a saúde foi muito grande. A queda no número de óbitos não acontece à toa. Esse resultado deve-se a uma integralidade de ações: A intervenção dos profissionais da Atenção Básica e Agentes de Saúde com a população; equipe do Nasf, com atendimento a idosos e pessoas com limitação de locomoção; aumento das consultas nas 16 especialidades da Policlínica Municipal, principalmente nas áreas de cardiologia, endocrinologia, ginecologia e urologia; Academia da Saúde; Samu; exames de alta complexidade e grupo de idosos do Cras Belém e Rua Nova”, disse a prefeita Renata.

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