Prefeita Renata apresenta ações de combate ao feminicídio em encontro com estudantes da Escola Cidadã Integral de Belém

A prefeita Renata Christinne participou, na tarde desta sexta-feira (9), de uma roda de conversa com estudantes da Escola Cidadã Integral Márcia Guedes Alcoforado de Carvalho, em Belém. O encontro teve como tema “A mulher no poder: do feminismo ao combate ao feminicídio”, atividade do projeto Café Geográfico desenvolvido pela escola. Também participou da mesa de debate a professora Djanira, da disciplina de História.

Na ocasião, a prefeita apresentou as ações desenvolvidas pela gestão no combate ao feminicídio, como a Rede de Proteção a Mulheres Vítimas de Violência no município de Belém. Uma ampla articulação que envolve as equipes do CRAS, CREAS, Atenção Básica (ESF, NASF, Academia da Saúde), Coordenação Municipal de Políticas para a Mulher e Diversidade Humana, criada pela atual gestão, e demais secretarias municipais.

Respondendo aos questionamentos dos estudantes, que lotaram o auditório da escola, a prefeita Renata enfatizou a importância da participação de toda a comunidade no enfrentamento à violência contra as mulheres e a necessidade da superação da cultura machista ainda presente na sociedade.

Outra importante ação apresentada pela prefeita refere-se ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) na Atenção Básica em saúde do município. Em todas as Unidades Básicas de Saúde de Belém, os usuários podem comunicar aos profissionais de saúde a ocorrência de qualquer tipo de violência contra mulheres (doméstica, sexual, psicológica, moral, financeira etc.). A partir do registro no SINAN, é acionada uma rede de proteção social para a vítima, com acompanhamento de psicólogos, advogados, assistentes sociais, profissionais da segurança pública entre outras medidas para coibir e/ou interromper a violência.

Para aperfeiçoar o atendimento, a gestão municipal vem realizando capacitações para sensibilizar e ampliar o olhar das equipes de Saúde da Família a cerca da importância da notificação dos casos de violência contra a mulher, visto que estes também são considerados problemas de saúde pública, por trazerem consequências físicas, psíquicas, sociais que podem levar até a morte.

A Rede de Proteção a Mulheres Vítimas de Violência também tem como parceiros órgãos e instituições a exemplo da Câmara de Vereadores, através da propositura de Leis e Audiências Públicas, da Delegacia de Polícia, do Ministério Público, do Hospital Distrital de Belém e da Secretaria de Estado da Mulher e Diversidade Humana.

COMPARTILHAR