5 ATIDUDES QUE PODEM SALVAR VIDAS

A mensagem dos médicos é clara: qualquer encontro de pessoas, por mais cuidado que se tenha, representa um risco de transmitir e contrair coronavírus.
O recomendado é que festas e reuniões de muitas pessoas não sejam feitas, mesmo que elas sejam testadas previamente. Surtos locais de infecção com o novo coronavírus surgem frequentemente após festas ou grandes celebrações familiares, tanto em espaços fechados, quanto ao ar livre. Beijinhos aqui, abraços ali, cantos e danças, conversas animadas no círculo de parentes e amigos. São rituais de apego que fazem a vida valer a pena e que alguns não querem perder, nem mesmo em tempos de pandemia.
Além disso, testes rápidos podem dar falso negativo se não forem feitos no tempo certo. Os testes rápidos vendidos em farmácia utilizam uma amostra de sangue da pessoa para detectar a presença de dois tipos de anticorpos: o IgM e o IgG. O primeiro é considerado um marcador para a fase aguda da doença e começa a ser produzido entre cinco e sete dias após a infecção pelo vírus. Já o segundo é um anticorpo mais específico que permanece circulando mesmo após o fim da fase aguda, indicando que a pessoa está —teoricamente — protegida de futuras infecções provocadas por aquele patógeno. Por isso mesmo, o ideal é que a testagem seja feita a partir de sete dias após o aparecimento dos sintomas.
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